O RECONHECIMENTO
DO ALCOOLISMO COMO DOENÇA DE ORIGEM FISIOLÓGICA
E COMO É PERCEBIDA PELOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE
PARA DETECÇÃO PRECOCE
Miranda, Claudia Maria
OBJETIVOS:
> Certificar o reconhecimento do
alcoolismo enquanto doença acarretada por
uma disfunção fisiológica pelos
profissionais da saúde.
> Identificar como os profissionais
de saúde percebem a doença do alcoolismo
precocemente.
METODOLOGIA:
Trata-se de uma pesquisa de campo exploratória
com abordagem quantitativa, direcionada aos profissionais
da saúde generalistas, composta pela amostra
de nove Auxiliares de Enfermagem, trinta e sete Enfermeiros
e vinte e seis Médicos, trabalhadores do Hospital
Geral de Vila Penteado na cidade de São Paulo,
totalizando 72 profissionais da saúde.
A escolha do campo de pesquisa se deu por ser uma unidade
de atendimento ambulatorial de especialidades generalizadas
como: Clínica Médica, Cirúrgica,
Ortopédica, Gastroenterológica, Cardiovascular
e pelo estímulo à pesquisas demonstrados
pela instituição (anexo A).
Foi apresentado o Termo de Consentimento associado ao
questionário, contendo doze questões reunindo
oito questões abertas e quatro fechadas visando
colher dados que identifique a informação
detida pelos profissionais a respeito da doença
do alcoolismo baseado nos critérios diagnósticos
previstos na Classificação Estatística
Internacional de Doenças e Problemas Relacionados
à Saúde na décima revisão
(CID-10).
CONCLUSÃO:
Os resultados desta pesquisa permitem concluir que:
8,33 % dos profissionais da saúde reconhecem
o alcoolismo como doença de origem fisiológica.
E apenas 1,39 % citou uma característica que
denota um sinal da doença do alcoolismo embasada
cientificamente, enquanto 98,61% detém opiniões
empíricas acerca do alcoolismo, o que impossibilita
que o profissional possa perceber e identificar um alcoolista
diferenciando-o de um bebedor social.
RESULTADOS E DISCUSSÃO com gráficos apresentados
após Introdução.
1 - INTRODUÇÃO
O Alcoolismo é
reconhecido pela Organização Mundial de
Saúde (OMS) como uma patologia progressiva, incurável
e fatal. Considerado um problema de saúde pública
e também a terceira causa de mortalidade mundial.
Em âmbito local constatou-se alcoolemia positiva
em 64,1% dos afogamentos, 76,2% entre autores e vítimas
de processos, 82,2% dos motoristas responsáveis
por acidentes automobilísticos, 42% em vítimas
de agressões, 19% das quedas (GAZAL et al., 2002),
terceira causa de absenteísmo ao trabalho (BAU,
2002), e também, desencadeador de inúmeras
patologias comprometendo todos os sistemas orgânicos,
afetando de maneira pronunciada os sistemas neurológico
e gastrointestinal, de modo a ocupar uma vasta parcela
de leitos hospitalares, ocasionando a mobilização
de 7,3% do Produto Interno Bruto (PIB) para tratar problemas
relacionados ao uso do álcool, enquanto a movimentação
industrial é de apenas 3,5% do PIB (ANDRADE,
2002).
Neste último século, sucessivos resultados
científicos tem corroborado a magistralidade
fisiológica para o estabelecimento da patologia
do alcoolismo, guiados por sua seletividade na constatação
de que apenas 11,2 % dos bebedores pesados desenvolvem
a doença de acordo com levantamento realizado
por Carlini et al (2002) membro do CEBRID- Centro Brasileiro
de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas:
UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo,
e também pela prevalência do alcoolismo
ligada a predisposição genética
em gêmeos heterozigotos chegando a 60% associado
a incidência de quatro vezes a presença
da doença em filhos de pais alcoólatras,
mesmo quando educados por pais abstêmios, segundo
Bau (2002).
Segundo Millan (1982) a patologia oriunda do álcool
poderá se instalar a partir de uma disfunção
fisiológica hepática na qual há
uma morosidade no metabolismo do etanol refletindo assim,
em acúmulo de metabólito do álcool,
o acetaldeído. No encéfalo esta substância
causa interações variadas, entre elas,
faz com que o alcoolista sinta necessidade de ampliar
sucessivamente a ingestão alcoólica .
"A fisiologia, não a psicologia, determina
se um bebedor se tornará dependente do álcool
e o outro não."(MILAN, 1982 p. 42). Outros
dados relevantes faz-se das diferenças pronunciadas
encontradas no sistema nervoso central do alcoólico
quando comparado aos não alcoólicos, como
por exemplo a prevalência de três vezes
o número do alelo A1 no sistema dopaminérgico
, responsável pelo sistema de recompensa; menor
prevalência do alelo GABR3-G1 e morfologia diferenciada
nos transportadores de serotonina de alcoolistas, segundo
Messas (1999), este sistema é responsável
pelo humor como: euforia, depressão, sensações
de bem estar e prazer (GUYTON,1998 p. 330). Enquanto
ao sistema gabaérgico, compete o controle da
entrada de íons de cloro na célula neuronal,
onde este quadro disfuncional do alcoolista acentua
a depressão do Sistema Nervoso Central iniciando
em déficit cognitivo, neuromotor, instintivo,
podendo chegar a respiratório no caso de elevadas
doses alcoólicas de acordo com Graeft (1984).
A observação deste quadro propaga com
exatidão que o etilista responde de maneira totalmente
diferenciada a exposição alcoólica,
o que faz que mesmo que um indivíduo queira tornar-se
um alcoólatra, se ele não desfrutar destas
características neurofisiológicas de modo
algum evoluirá para tal (BAU, 2002; EDWARDS,
1999; MESSAS, 1999; MILAN, 1986; VESPUCCI , 2001).
Os casos de alcoolismo devem ser percebidos pelos profissionais
generalistas da saúde antes de serem diagnosticados
por especialistas, assim como diabetes que acomete a
metade do número de etilistas (SOCIEDADE BRASILEIRA
DE DIABETES, 2003) ou hipertensão, o que reflete
em otimização do prognóstico de
todas as patologias pela detecção precoce.
"A maioria dos casos encontrados neste tipo de
ambiente generalista será menos grave do que
aqueles encontrados pelo especialista." (EDWARDS
, 1999, p. 234).
Para (EDWARDS, 1999), o conhecimento prévio dos
agentes etiológicos, sinais e sintomas, métodos
diagnósticos e tratamentos de uma patologia é
imprescindível para que esta possa ser reconhecida
pelo profissional da saúde. No caso do alcoolismo,
apesar de nada substituir uma investigação
criteriosa, podemos contar com exames indicativos de
beber excessivo como: Volume corpuscular médio
(VMC); Testes da função hepática
(gama-GT) e Transferrina carboidrato-deficiente (CDT).
Outro subsídio considerado de grande proficiência,
de aplicação breve, fácil e eficaz
para detecção do alcoolismo é o
questionário denominado: Teste CAGE, que demonstrou
superar a percepção dos profissionais
da saúde quando aplicado no Departamento de Clínica
Médica no Hospital Universitário Cajuru,
Paraná de acordo com ( MONTEIRO, 1991; PAZ-FILHO,
2001), e também no Hospital de Clínicas
de Porto Alegre, onde mais de metade dos casos passaram
imperceptíveis aos Enfermeiros e Médicos,
segundo (ROSA, 1998).
Objetivando ampliar as possibilidades de percepção
do alcoolista pelos profissionais da saúde, devemos
estimular a renúncia de preceitos desprovidos
de embasamento científico, pela avaliação
do paciente pela aparência buscando visualizar
anasarca ou edema localizado ou pela investigação
do tipo de bebida, freqüência ou horários
típicos da ingestão alcoólica,
que em nada ajudam o reconhecimento da doença,
apoiando-os em diretrizes fundamentadas como as do CID
-10 que foca a atenção para o comportamento
implícito do indivíduo, como: a dificuldade
de controlar o consumo; utilização persistente
apesar das suas conseqüências nefastas; maior
prioridade dada ao uso da droga em detrimento de outras
atividades e obrigações; aumento de tolerância
à droga; por vezes um estado de abstinência
física.
Assim, neste estudo visamos colher dados que deflagrem
sobre a informação detida pelos profissionais
da saúde Auxiliares de Enfermagem, Enfermeiros
e Médicos a respeito da doença do alcoolismo,
elucidando-nos sobre a conduta vigente.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Houve a adesão
de 72 profissionais da saúde entre 9 Auxiliares
de Enfermagem, 37 Enfermeiros e 26 Médicos, desfrutando
de atuação mínima de 5 anos em
áreas como Clínica Médica, Cirúrgica,
Ortopédica, Gastroenterológica e Cardiovascular.
Observou-se um conhecimento acanhado a respeito do alcoolismo.
Conforme figura 1, em que apenas 8,33% dos profissionais
da saúde participantes desta pesquisa expressaram
cognição da magistralidade fisiológica
da doença do alcoolismo. A pertinência
conferida a este dado é importante porque ao
saber que o alcoolismo é uma doença concernente
ao predisposto fisiológico e não ao indivíduo
sem controle psicológico, contribui para que
opiniões sem exame crítico dirigido aos
alcoolistas possa ser substituída pela atuação
profissional apropriada. |
A figura 4 nos elucida que 80,56% (58), dos participantes desta pesquisa rejeitam a incumbência do reconhecimento de um dependente químico pelos profissionais generalistas, o que seria analogicamente o mesmo que imputar somente ao especialista em endocrinologia o encargo da percepção do portador dos diabetes mellitos, analogia esta que suscita vislumbrarmos as conseqüências acarretadas por esta postura profissional, atentando para o fato de que o agravamento dos diabetes mellitos acarreta danos confinados ao seu portador, enquanto a progressão do alcoolismo poderá levar à sérias e ilimitadas desgraças sociais partindo do círculo familiar acarretado por homicídio, violência doméstica, acidentes automobilísticos, associadas as inúmeras patologias secundárias ao próprio portador como: câncer, cardiopatias, doenças gastrointestinais, neurológicas e imunológicas variadas que possuem probabilidade aumentada sujeitas a progressão da doença.
A concepção da idéia acima reduz à chances ínfimas de um portador do alcoolismo ser percebido, orientado e tratado, pois, de maneira geral a população brasileira, apesar de não conhecer ou mesmo diferenciar, o trabalho de profissionais como psicanalistas, psicólogos e psiquiatras, ainda conservam uma forte resistência e preconceito à ser submetida ao tratamento por eles, assim, de modo a respeitar esta peculiaridade cultural, devemos estimular que a detecção do etilista seja realizada pelo generalista que trabalhará também objetivando amenizar as idéias preconcebidas do portador, antes de encaminha-lo à equipe especializada, porque a decisão do portador do alcoolismo na busca de um psiquiatra é muito remota nas fases iniciais desta doença que agrava-se com o decorrer do tempo, este fato nos leva acatar com veemência a conclusão de Edwards (1999, p.234) considerando que "A maioria dos casos encontrados neste tipo de ambiente generalista será menos grave do que aqueles encontrados pelo especialista". |
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DESTE RESUMO
Abaixo Referências do Trabalho Integral
ANDRADE, A. G. 2002. Alcoolismo afeta 15 % da população brasileira In: Alcoolismo. Disponível em <http://www.alcoolismo.com.br> Acesso em: 23 out. 2002.
BAU, C. H.D. Estado atual e perspectivas da genética e epidemiologia do alcoolismo.Ciências Saúde Coletiva, vol. 7 nº 1, p. 183-190. 2002.
CARLINI, E. A. et al. I Levantamento Domiciliar sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil: Estudo envolvendo as 107 Maiores cidades do País 2001. São Paulo, CEBRID -Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas: UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo, Cromosete Gráfica e Editora Ltda, 2002, 355p.
EDWARDS, G.; MARSHAL, E. J.; COOK, C. C. H. 1999. O Tratamento do Alcoolismo : Um Guia para Profissionais da Saúde. 3. ed. Porto Alegre, Editora Artmed p. 318
FORTES, J. R. A. CARDO, W. N. 1991. Alcoolismo Diagnóstico e Tratamento Editora Sarvier Edição de Livros Médicos Ltda p. 11-25.
GAZAL-CARVALHO, C.; CARLINI-COTRIM, B.; S.ILVA, O. A. et al. Prevalência de alcoolemia em vítimas de causas externas admitidas em centro urbano de atenção ao trauma. Revista de Saúde Pública, fev., vol. 36 nº 1, p.47-54. 2002.
GUYTON, A. C. HALL, J.E. Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças, 6a ed., Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan S. A. 1998, p. 330.
GRAEFT, Frederico G. 1984. Drogas Psicotrópicas e seu modo de ação. 3. ed. Editora pedagógica e Universitária Ltda, p. 15-21.
MESSAS, G. P. A participação da genética nas dependências químicas Revista Brasileira de Psiquiatria , vol. 21 supl. 2 p. 35-42. ISSN 1516-4446. 1999.
MILAN J. R.; KETCHAM K. 1986 Alcoolismo Os Mitos e a Realidade 2. ed. São Paulo: Editora Livraria Nobel S. A., p. 218
MONTEIRO, M. G; MONTEIRO M. A ; SANTOS, B. R. Detecção do alcoolismo na população geral através do questionário CAGE: o que mudou em cinco anos? Revista ABP-APAL; 13 vol. 2: 45-8 Abr.-jun. 1991.
PAZ-FILHO, G.J. da; SATO, L.J.; TULESKI, M.J. et. al. Emprego do questionário CAGE para detecção de transtornos de uso de álcool em pronto-socorro. . Revista Assoc. Med. Bras., jan./mar. , vol.47, nº 1, p. 65-69. ISSN 0104-4230.2001.
ROSA, A.A.; GONÇALVES, S.C.; STEFANI, S.D. et. al. Percepção e registro de abuso de álcool e de doenças relacionadas num hospital geral universitário. Revista Assoc. Med. Bras. Out./dez. , vol.44, nº 4, p. 335-339. 1998.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. Prevalência do Diabetes Mellitus no Brasil. Na população de 30 a 69 anos em nove capitais brasileiras. 2002.
Disponível em: <http://www.diabetes.org.br/Diabetes/estatisticas/Estat_set.html?Estat0.html~main>. Acesso em: 27 jan. 2003.
VESPUCCI, E. F.; VESPUCCI, R. 2001. O revólver que sempre dispara. 1. ed.. São Paulo. Editora Casa Amarela. p.141. |
REFERÊNCIAS DO TRABALHO INTEGRAL
AGARWAL D.; GOEDDE H. W. 1992. Pharmacogenetics of alcohol metabolism and alcoholism. Pharmacogenetics vol. 2 p.48-62 .
ANDRADE, A. G. 2002. Alcoolismo afeta 15 % da população brasileira In: Alcoolismo. Disponível em <http://www.alcoolismo.com.br>
Acesso em : 23 out. 2002.
BAU, C. H.D. Estado atual e perspectivas da genética e epidemiologia do alcoolismo.Ciências Saúde Coletiva, vol. 7 nº 1, p. 183-190. ISSN 1413-8123; 2002.
BITTENCOURT, A. L. Mecanismo de ação do etanol: envolvimento de glutamato, gaba e dopamina. Revista de Psiquiatria Clínica. Edição Especial, vol. 27, p. 26-31. 2002.
BRODIE, M. S; APPEL, S. Dopaminergic neurons in the ventral tegmental area of C57BL/6J and DBA/2J mice differ in sensitivity to ethanol excitation. Alcohol Clin Exp Res; 24(7) p. 1120-4. ISSN: 0145-6008. 2000.
CALAGE, E. 1997. Empresários preocupados com abuso do álcool. Disponível em: <http://www.insightnet.com.br/inteligencia/num15/m0115.htm>
Acesso em: 28/12/2002.
CASTILLO, J. C. R.; MIGUEL , E. C. Filho. 1991. Delírio Tremens. In: FORTES, J. R. A. CARDO, W. N. 1991. Alcoolismo Diagnóstico e Tratamento Editora Sarvier Edição de Livros Médicos Ltda, cap 18, p.189-192.
CRAWFORD, J. M. 2000. O Fígado e Trato Biliar. In: KUMAR V. K. , MD., F.R.C. PATH. C., T M.D., PhD.2000. Robbins Patologia Estrutural e Funcional 6. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S. A., cap. 19, p. 779-783.
COPLE, C. S., dos. 1994. Contribuição para o Conhecimento do Impacto do Álcool na Saúde do Indivíduo - com Ênfase nos Aspectos Nutricionais. Rio de Janeiro. Estudo Revisão Instituto de Nutrição Josué Castro da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
DEGUTI, M. M.;GONÇALVES, L. L. Edição especial Álcool e drogas. Revista de Psiquiatria Clínica , vol. 27 nº 1. Janeiro/fevereiro. 2000.
DIAMOND, I. 1990. Distúrbios nutricionais do sistema nervoso. In: WYNGAARDEN J.B., M.D., SMITH, Jr L. H., M.D. Cecil Tratado de Medicina Interna 18. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S. A., vol 2, cap. 467 p. 1871-2
EDWARDS, G.; MARSHAL, E. J.; COOK, C. C. H. 1999. O Tratamento do Alcoolismo : Um Guia para Profissionais da Saúde. 3. ed. Porto Alegre, Editora Artmed p. 318
FERRARINI, E.1999. Álcool a pior de todas as drogas In: Álcool e alcoolismo . Disponível em: < http://www.etilico.com.br>
Acesso em: 30/09/2002
FORTES, J. R. A. CARDO, W. N. 1991. Alcoolismo Diagnóstico e Tratamento Editora Sarvier Edição de Livros Médicos Ltda p. 11-25.
GAZAL-CARVALHO, C.; CARLINI-COTRIM, B.; S.ILVA, O. A. et al. Prevalência de alcoolemia em vítimas de causas externas admitidas em centro urbano de atenção ao trauma. Revista de Saúde Pública, fev., vol. 36 nº 1, p.47-54. ISSN 0034-8910; 2002.
GIROLAMI, U. de; ANTHONY, D., C.;FROSCH, M. P.2000.Nervo Periférico e Músculo Esquelético. IN: KUMAR V. K. , MD., F.R.C. PATH. C., T M.D., PhD.2000. Robbins Patologia Estrutural e Funcional 6. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S. A., cap. 29 p. 1144.
GRAEFT, Frederico G. 1984. Drogas Psicotrópicas e seu modo de ação. 3. ed. Editora pedagógica e Universitária Ltda, p. 15-21.
HILL, E.; GAUER, G. ; GOMES, W. B. Uma análise semiótico-fenomenológica das mensagens auto-reflexivas de filhos adultos de alcoolistas. Pscicologia Reflexões e Críticas, vol.11, nº1, p. 93-115. 1998.
HIRATA, E. S; HIRATA, L. C. M.1991.Bioquímica e metabolismo do Etanol. In: FORTES, J. R. A.; CARDO, W. N. FORTES, J. R. ; A. . 1991. Alcoolismo Diagnóstico e Tratamento. Editora Sarvier Edição de Livros Médicos Ltda, cap. 5 p.57-63.
KAYATH, M.J., ARGENTONI, M.. ; VIEIRA, J.G.H. Hipocalcemia e síndrome convulsiva em alcoólatras - uma associação freqüentemente não diagnosticada. Revista Assoc. Méd. Bras. Jan./mar. , vol.45 nº 1, p.24-26. 1999.
KISSIN, B. 2000. Dependência ao Álcool e Doenças Relacionadas ao Álcool In: WYNGAARDEN J.B., M.D., SMITH, Jr L. H., M.D. Cecil Tratado de Medicina Interna 18. ed. Rio de Janeiro : Editora Guanabara Koogan S. A., vol. 1, cap. 15 p. 42-6.
KUMAR V. K. , MD., F.R.C.; PATH. C.; T M.D., PhD.2000. Patologia Ambiental e Nutricional. IN: COTRAN, R. S.; KUMAR V.; COLLINS T. Robbins Patologia Estrutural e Funcional 6. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S. A., cap. 10 p. 368-9
LIMA , et. al. 1999. Hipertensão arterial e alcoolismo em uma refinaria de petróleo. Revista Panamericana de Salud Pública (OPS) = Pan American Journal of Public Health (PAHO);6(3):185-91, set. 1999.
LONGENECKER, L G. 2002. Drogas. In :__.Ações e reações Editora Market Books do Brasil Ltda, p.5-9
MACHIA,V., Filho, N; MARCONDES, A.M. ; HUEB, P. A. Avaliação da perda visual na neuropatia ótica induzida pelo alcoolismo. Revista de Ciências Médicas;1 vol. 8 p.15-18 jan./abr. 1999.
MAIA, E.; MARTINS, R. L, CÉSAR, M. P. et. al. O alcoolismo sob a ótica dos candidatos ao vestibular da Ufes. Revista Brasileira de Psiquiatria , jun. vol. 22 nº2 p. 72-75. 2002.
MESSAS, G. P. A participação da genética nas dependências químicas Revista Brasileira de Psiquiatria , vol. 21 supl. 2 p. 35-42. ISSN 1516-4446. 1999.
MILAN J. R.; KETCHAM K. 1986 Alcoolismo Os Mitos e a Realidade 2. ed. São Paulo: Editora Livraria Nobel S. A., p. 218
MONTEIRO, M. G; MONTEIRO M. A ; SANTOS, B. R. Detecção do alcoolismo na população geral através do questionário CAGE: o que mudou em cinco anos? Revista ABP-APAL; 13 vol. 2: 45-8 Abr.-jun. 1991.
MORAES, S. A., De; SOUZA, J. M.. P. de. Efeito dose-resposta de fatores de risco para a doença isquêmica do coração. Revista de Saúde Pública vol.30 n.5 São Paulo out. ISSN 0034-8910 1996.
NEGREIROS, A. Síndrome da Segunda -feira Cure a Neura do Domingo, VEJA, ed. nº 1735 p. 108. 2002.
OLIVEIRA, S. L. de. 2002. Tratado de Metodologia Científica. Projetos de Pesquisas, TGI, TCC, Monografias, Dissertações e Teses. São Paulo. Editora Thomson Pioneira 3. ed. p. 124-135.
PAZ-FILHO, G.J. da; SATO, L.J.; TULESKI, M.J. et. Al. Emprego do questionário CAGE para detecção de transtornos de uso de álcool em pronto-socorro. . Revista Assoc. Med. Bras., jan./mar. , vol.47, nº 1, p. 65-69. ISSN 0104-4230.2001.
PINSKY, I. Análise da Propaganda de bebidas alcoólicas na televisão brasileira. 1994. 57f. Dissertação Mestrado Psicologia Universidade de São Paulo , São Paulo, 1994.
QUEIROZ, A. Pesquisa permite identificar consumo crônico de álcool. UNIFESP Jornal da Paulista ano 11 nº 114. 1997.
ROSA, A.A.; GONÇALVES, S.C.; STEFANI, S.D. et. al. Percepção e registro de abuso de álcool e de doenças relacionadas num hospital geral universitário. Revista Assoc. Med. Bras. Out./dez. , vol.44, nº 4, p. 335-339. 1998.
SANTOS, M. B.; et. el . Aplicação do método "cage" para estudo da prevalência e detecção precoce do alcoolismo em enfermeiras gerais e especializadas de um hospital universitário. Revista Bras. Educ. Med., 18 vol. 1 p. 28-34. 1994.
SCHARSCHMIDT, B. F. 1990 Insuficiência hepática aguda e crônica e trasplante hepático. In: WYNGAARDEN J.B., M.D., SMITH, Jr L. H., M.D. Cecil Tratado de Medicina Interna 18. ed. Rio de Janeiro : Editora Guanabara Koogan S. A. vol. 1,.
SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE. Óbito do sexo masculino segundo grupo de causas determinantes. Município de São Paulo, 1996-2001. Disponível em: <prefeitura.sp.gov.br/secretarias/saude/estatisticas/estatisticas_tabelas_obitos.asp>
Acesso em: 10 nov. 2002.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. Prevalência do Diabetes Mellitus no Brasil. Na população de 30 a 69 anos em nove capitais brasileiras. 2002. Disponível em: <http://www.diabetes.org.br/Diabetes/estatisticas/Estat_set.html?Estat0.html~main>.
Acesso em: 27 jan. 2003.
TRUE W. R. et. al. VAISSMAN, M. 1998. Alcoolismo como Problema de Saúde no trabalho: Avaliação de um Programa de Tratamento para funcionários de uma universidade. UFRJ/PUB/PROPPSAM. Disponível em <http://sites.uol.com.br/gballone/colab/magda/html>
Acesso em : 15 out. 2002.
VESPUCCI, E. F.; VESPUCCI, R. 2000. Alcoolismo o livro das Respostas. 1. ed. São Paulo. Editora Casa Amarela. P. 34; 65.
______. 2001. O revólver que sempre dispara. 1. ed.. São Paulo. Editora Casa Amarela. p.141.
WERNECK, A. "Quem sabe ainda sou uma garotinha..." In: Drogas e Rock . Disponível em: <http://www.drogas.com.br>
Acesso em: 30/09/2002. |